Estava com vergonha de publicar, mas minha amiga insistiu e postou no blog dela um texto meu. Então, aqui está:
Desde o ano passado venho a me perguntar qual o sentido desta frase: Amar, verbo intransitivo, sei bem que Mário tem um romance com esse título e sei, também, que existe um poema de Drummond com o mesmo nome, mas... sim, venho a me questionar há tempos sobre o significado disso, colocava-o sempre para o lado gramatical: intransitivo -> não precisa de complemento... Só que construí, assim, um significado muito vago, nada "bonito" sobre aquilo que me "atormentava" tanto... Pensei, muitas vezes, que o amor seria algo que não precisava de complemento - nada perspicaz -, só que o que havia presumido é de uma sensibilidade mínima, afinal, o concluído foi: ninguém precisa do outro para amar, ama-se, somente, acreditei que o que queria dizer tal frase, ou melhor, filosofia, era que a gente não precisa do outro, o amor acontece para um e não necessariamente para dois. Resumidamente, a ideia era amor platônico, isto é,Tudo isso foi pensado ano passado, depois abandonei tal ideia, esqueci-a, mas um dia desses... Voltei a filosofar: Amar, verbo intransitivo.
(...)
Continue a ler em: Tosqueira
o livro é realmente muito muito bonito, a história.
ResponderExcluirencare :)
beijos!
Vou encarar.
ResponderExcluirÍtalo, lembra de Capitu? A mesma coisa. Acho que tenho a mania de falar sobre o que não sei.
Beijos,
Ry.
O amor move o mundo. E no mundo há pessoas, no plural. Pede completos, também no plural! E o plural, necessariamente, não são duas pessoas..rs
ResponderExcluirAbraço!
Sergio Vilar
Obrigada, Sérgio, por ter visitado.
ResponderExcluirPluralmente ou não se ama... e assim o mundo segue.
:)
Beijos,
Ry.